O loteamento vai beneficiar aproximadamente 150 famílias que residem hoje na comunidade do “Linhão”. Local oferece diversos riscos aos moradores por conta da alta voltagem das linhas de transmissão de energia elétrica.

16/01/2020 por Adriano Hany

O vereador Odilon de Oliveira participou do ato de assinatura da autorização para regularização fundiária do “Loteamento Aguadinha”, que beneficiará centenas de famílias que pertencem a comunidade carente do “Linhão”.

O Local oferece diversos riscos aos moradores por conta da alta voltagem das linhas de transmissão de energia elétrica que passam por cima das moradias.

Além do parlamentar, participaram do ato o prefeito Marquinhos Trad e o secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa.

De acordo com a Semadur, a área que receberá o loteamento tem 37.300 m² e fica localizada na região urbana do Prosa – região noroeste de Campo Grande.

Na reunião o vereador Odilon falou sobre a importância de trazer mais dignidade a essas famílias.

“Está na constituição que é dever do Poder Público facilitar o acesso a moradia a todos os cidadãos brasileiros, portanto, estamos fazendo nosso trabalho. Gostaria de agradecer o prefeito Marquinhos e ao secretário Luís Eduardo pela sensibilidade em atender essa solicitação. Espero que em breve os sofridos moradores da região realizem o sonho de ter a casa própria”, projetou.

O secretário Luís Eduardo falou que o ato simboliza a possibilidade de tirar as famílias que estão embaixo do “Linhão” para um local mais seguro.

“Hoje eles vivem de forma precária em uma área de risco, mas agora iniciaremos esse empreendimento e o quanto antes realocaremos essas famílias nesse novo loteamento”, concluiu.

Comunidade do “Linhão”

Aproximadamente 150 famílias vivem na denominada “Favela do Linhão”. Uma parte da área pertence a Enersul e a outra é da Prefeitura. O local oferece diversos riscos aos moradores, pois as moradias foram instaladas em baixo das linhas de transmissão de energia elétrica. Além disso, muitos barracos têm “gatos elétricos” o que aumenta os ricos de acidentes com eletricidade e incêndios.