A Polícia Civil de Dourados investiga um furto ocorrido na madrugada desta quarta-feira (5) em uma empresa situada na Avenida Weimar Gonçalves Torres, área central do município. Durante a ação, pessoas ainda não identificadas levaram um cofre que continha R$ 100 mil em espécie, além de peças, ferramentas de trabalho e lâminas de cheque pertencentes ao estabelecimento.
De acordo com as informações registradas no boletim de ocorrência, o crime foi descoberto logo nas primeiras horas da manhã, quando funcionários chegaram para iniciar as atividades do dia e perceberam que a unidade havia sido invadida durante a noite. O caso foi comunicado de imediato à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) de Dourados, que passou a coordenar os primeiros procedimentos de investigação e de coleta de informações preliminares.
A quantia subtraída estava guardada em um cofre instalado nas dependências internas da empresa. Segundo a descrição fornecida à polícia, o equipamento foi removido por inteiro do local, indicando que os envolvidos contavam com meios para transportar um objeto de dimensões e peso consideráveis. Não há, até o momento, dados oficiais sobre o número de participantes na ação ou sobre qual teria sido o método utilizado para entrar nas instalações sem serem detectados.
Além do dinheiro em espécie, os autores levaram diferentes itens ligados à atividade comercial da vítima. Entre eles estão peças utilizadas em rotinas operacionais, ferramentas indispensáveis ao atendimento diário e lâminas de cheque que se encontravam sob responsabilidade da administração. A Polícia Civil apura se a retirada desses materiais tem relação direta com a res furtiva principal — o cofre — ou se configurou oportunismo decorrente do acesso ao interior da empresa.
Conforme relato disponível no registro policial, não havia funcionários no prédio no momento da invasão, e nenhum ferido foi contabilizado. A corporação trabalha para identificar a rota de fuga adotada pelos suspeitos e para coletar eventuais imagens de câmeras de segurança instaladas na via pública ou em imóveis vizinhos. Informações sobre veículos possivelmente utilizados no transporte do cofre ainda não foram divulgadas.
A Depac mantém responsabilidade pela fase inicial do inquérito, que inclui levantamento de vestígios, oitiva de envolvidos e cruzamento de dados fornecidos por testemunhas. Paralelamente, outros departamentos da Polícia Civil podem ser acionados caso surjam indícios que extrapolem a competência territorial da delegacia especializada ou que exijam perícia técnica adicional.
Os responsáveis pelo estabelecimento afetado entregaram às autoridades um inventário detalhado dos bens subtraídos, documento que servirá para subsidiar a avaliação do prejuízo total. O valor de R$ 100 mil, guardado em espécie, foi confirmado pela administração como reserva destinada a pagamentos e compromissos operacionais. Já as lâminas de cheque, cujo número exato não foi informado, tinham emissão futura prevista para fornecedores e prestadores de serviços.
As buscas pelos autores continuam, e qualquer informação considerada relevante poderá ser repassada à Polícia Civil de forma sigilosa. Até a conclusão do inquérito, a instituição não descarta nenhuma linha de investigação, incluindo a possibilidade de participação de pessoas com conhecimento prévio da rotina interna da empresa ou de eventuais vulnerabilidades da infraestrutura.
O caso permanece em apuração, e novas atualizações dependerão do avanço das diligências conduzidas pela Depac de Dourados.









