A Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) realiza um conserto emergencial em um trecho da rede de distribuição de Três Lagoas que pode provocar interrupção total ou redução da pressão da água em diversas regiões da cidade. Segundo a concessionária, a intervenção foi iniciada na tarde de hoje e a expectativa é de que o fornecimento seja normalizado gradualmente até as 22h.
De acordo com o comunicado divulgado pela unidade local, o trabalho de reparo se faz necessário para corrigir um ponto crítico identificado na tubulação. O serviço exige a paralisação temporária do sistema, o que impacta diretamente o volume de água disponível nas residências e estabelecimentos comerciais atendidos pela rede. A companhia informa que suas equipes técnicas permanecem mobilizadas para concluir o procedimento no menor tempo possível e, assim, reduzir os transtornos aos moradores.
Os bairros listados pela Sanesul como potenciais áreas de desabastecimento ou de baixa pressão são: Vila Piloto, Jardim do Ypês I, II, III e IV, Jardim Alvorada, Vila Alegre, Parque das Mangueiras, Quinta da Lagoa, Portal das Águas, Terras do Jupiá, Bosque das Araras e Jupiá, além de setores vizinhos que recebem água pelo mesmo sistema. A concessionária destaca que a extensão das oscilações no serviço pode variar conforme a localização de cada imóvel dentro da malha hidráulica.
A empresa reforça que o horário de 22h para a retomada integral do abastecimento é uma previsão baseada no andamento atual dos reparos. Caso as condições de trabalho permitam, o retorno da água às torneiras poderá ocorrer antes desse limite. No entanto, imprevistos técnicos podem alterar o cronograma. Como medida preventiva, a Sanesul orienta os consumidores das áreas afetadas a manterem válvulas e torneiras fechadas enquanto o fluxo não se restabelece por completo, minimizando a possibilidade de entrada de ar na tubulação interna.
A concessionária volta a recomendar que todos os imóveis contem com reservatório domiciliar, popularmente conhecido como caixa d’água. O equipamento garante a continuidade do consumo durante manutenções programadas ou reparos emergenciais, reduzindo o impacto de paradas temporárias. Ainda segundo a Sanesul, a capacidade mínima indicada deve atender às necessidades da residência pelo período de, no mínimo, 24 horas, respeitando as normas técnicas vigentes.
Além do armazenamento adequado, a companhia ressalta a importância do uso consciente dos recursos hídricos. Em situações de abastecimento restrito, práticas como fechar a torneira enquanto se ensaboa, reduzir o tempo de banho, adiar a lavagem de veículos e reutilizar água sempre que possível ajudam a manter o consumo dentro de limites sustentáveis e evitam desperdícios. A concessionária sustenta que o combate ao consumo excessivo beneficia tanto o consumidor, que economiza na conta, quanto o sistema, que opera com maior estabilidade.
Para facilitar a comunicação com a população, a Sanesul mantém à disposição o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) pelo telefone 0800 067 6010. O canal funciona 24 horas por dia e pode ser acionado para esclarecer dúvidas, registrar ocorrências relacionadas ao abastecimento ou obter informações atualizadas sobre o andamento do reparo. A ligação é gratuita a partir de telefones fixos ou celulares.
Embora o foco de atuação esteja concentrado nos bairros já mencionados, a empresa alerta que oscilações pontuais na pressão podem ser percebidas em outras áreas, sobretudo em regiões mais altas ou em extremidades da rede. Nesses casos, a orientação é aguardar a conclusão do serviço, mantendo atenção ao retorno do fluxo normal e comunicando o SAC caso a interrupção persista além do horário previsto.
Até a finalização completa dos trabalhos, agentes da Sanesul permanecerão no local da ocorrência para acompanhar o desempenho do sistema após a religação. Assim que o abastecimento atingir níveis considerados satisfatórios, a companhia deve encerrar a operação emergencial, mantendo-se, porém, à disposição para qualquer ajuste adicional que se faça necessário. Enquanto isso, moradores das localidades envolvidas devem adotar medidas de economia, monitorar os níveis de suas caixas d’água e, se preciso, reorganizar atividades domésticas que dependam de maior volume hídrico até a plena normalização do serviço.









