O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) removeu os radares instalados ao longo da BR-262, inclusive dentro do perímetro urbano de Três Lagoas, após a concessão da rodovia à empresa Caminhos da Celulose, alegando que a agência não pode atuar em rodovias privatizadas.
Os equipamentos de controle de velocidade estavam posicionados junto a semáforos e lombadas de concreto, dispositivos que já reduzem a velocidade dos veículos nos cruzamentos.
Segundo a fonte RCN67, a coexistência de radares com esses dispositivos de redução de velocidade levanta dúvidas sobre a finalidade dos radares, sugerindo que a medida poderia estar voltada mais à arrecadação de multas do que à segurança viária.
A mesma fonte recomenda que, em vez de radares, sejam adotadas iniciativas como campanhas de educação no trânsito e a instalação de câmeras de monitoramento, que permitiriam ao agente público acompanhar e adotar providências educativas.







