Capivaras de Três Lagoas saem das lagoas e invadem residências, mas a população na Lagoa Maior permanece dentro da faixa considerada adequada.
Capivaras em fuga
Segundo a fiscalização ambiental, a movimentação dos animais é motivada pela busca por alimento, especialmente em períodos mais secos.
Uma contagem realizada na semana revelou 92 capivaras na Lagoa Maior, número que, de acordo com o fiscal Flávio Fardim, permite que a lagoa suporte o grupo sem gerar competição excessiva.
Em anos anteriores, a lagoa chegou a abrigar 180 animais, situação que provocou dispersão urbana e aumentou riscos de atropelamentos e invasões de imóveis.
Fardim explicou que a saída das capivaras é natural e que a vegetação ao redor das lagoas, mantida pelas chuvas, garante alimento suficiente, evitando a necessidade de suplementação.
Além das capivaras, a região abriga outras espécies silvestres, como araras, tamanduás e antas, que também circulam pela cidade graças às áreas verdes e corpos d’água.







