Deise Camargo, presidente de seção na Escola Dom Aquino Correa, tem cerca de 10 anos de experiência como mesária em Três Lagoas. Ela já participou de sete ou oito eleições, sendo a próxima no dia 4 de um mês que não foi especificado, mas que ocorre no domingo.
Para Deise, chegar cedo à urna eletrônica permite que ela se prepare para o dia da votação. Ela costuma buscar a urna com antecedência, o que lhe dá tempo de revisar procedimentos e garantir que tudo esteja em ordem.
Além da logística, a mesária vê seu trabalho como uma forma de compreender melhor o funcionamento da votação e de combater a desinformação que circula nas redes sociais. Ela afirma que conhecer cada etapa ajuda a explicar a realidade aos eleitores.
Deise relata que, ao observar o processo, pode esclarecer dúvidas sobre supostas falhas ou adulterações da urna. Ela costuma dizer: ‘Não é assim que funciona. Há todo um tratamento de dados, convocação e orientação.’
Trabalho na urna
O envolvimento direto com a Justiça Eleitoral permite que Deise acompanhe a preparação das equipes, a orientação dos voluntários e o tratamento dos dados coletados. Esses pontos são fundamentais para entender como a votação é realizada e garantir a transparência.
Para ela, contribuir com a Justiça Eleitoral vai além do dia da votação. Participar das convocações e dos cursos mantém seu conhecimento atualizado e a faz sentir parte de um processo democrático.
Deise acredita que seu trabalho ajuda a aproximar os cidadãos do funcionamento da democracia e fortalece a confiança no processo eleitoral. Ela espera que mais pessoas entendam a importância de uma urna eletrônica bem conduzida.
O exemplo de Deise Camargo mostra que a participação ativa na Justiça Eleitoral pode ser uma ferramenta eficaz contra a propagação de fake news. Seu compromisso demonstra que a democracia se fortalece quando os eleitores têm acesso a informações corretas e transparentes.








