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Operações do SIG de Paranaíba prendem condenados por tráfico de drogas e lesão corporal grave

O Setor de Investigação Geral (SIG) da Delegacia de Polícia Civil de Paranaíba realizou, na segunda-feira (23), duas ações distintas que resultaram no cumprimento de mandados de prisão definitiva contra condenados por tráfico de drogas e lesão corporal grave. As operações ocorreram em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, com apoio interinstitucional, e colocam à disposição da Justiça dois homens já sentenciados em última instância.

Tráfico de drogas: cumprimento de pena remanescente de 12 anos

Pela manhã, investigadores do SIG localizaram um homem de 42 anos condenado por tráfico de drogas. A ordem de prisão foi expedida pela 2ª Vara de Execução Penal do Interior do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, após trânsito em julgado da sentença. Segundo a determinação judicial, o réu ainda deve cumprir 12 anos, 2 meses e 6 dias de reclusão em regime fechado.

Os policiais identificaram o endereço do condenado, confirmaram sua presença e realizaram a abordagem sem registro de resistência. Após ser cientificado oficialmente da decisão, o detido foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe, incluindo checagem documental e exame de corpo de delito. Em seguida, ele foi encaminhado ao sistema penitenciário estadual, onde permanecerá sob custódia para início do cumprimento do restante da pena.

Lesão corporal grave: ação conjunta em Estrela d’Oeste (SP)

Na mesma noite, outra equipe do SIG, em parceria com a Polícia Civil do Estado de São Paulo, deu cumprimento a um mandado de prisão definitiva no município paulista de Estrela d’Oeste. A ordem partiu da Vara Criminal de Paranaíba e refere-se à condenação de um homem de 47 anos pelo crime de lesão corporal grave, com pena fixada em 3 anos e 4 meses de reclusão em regime inicial fechado.

Para localizar o sentenciado, investigadores dos dois Estados compartilharam informações sobre rotas de fuga, locais de trabalho e contatos do condenado. O cruzamento de dados levou ao endereço onde o homem se encontrava. Após confirmação de identidade, ele foi preso e conduzido à unidade policial local para verificação de antecedentes e lavratura de documentos. Posteriormente, o detido foi transferido para o sistema prisional paulista, onde aguardará eventuais deliberações acerca de remoção para estabelecimento penal em Mato Grosso do Sul.

Integração policial e canais de denúncia

As duas prisões reforçam a integração entre as Polícias Civis de diferentes unidades da federação para o cumprimento de decisões judiciais. De acordo com a Delegacia de Paranaíba, a cooperação interestadual foi essencial para localizar rapidamente o condenado por lesão corporal grave, que havia se deslocado para outra jurisdição após a sentença final.

A instituição destaca que a troca ágil de informações, aliada ao uso de bancos de dados compartilhados, permite reduzir o tempo entre a expedição do mandado e a efetiva prisão do condenado. Esse procedimento evita a prescrição de penas e garante a execução de sentenças definitivas, contribuindo para a efetividade do sistema penal.

Participação da população

A Polícia Civil lembra que denúncias sobre foragidos ou atividades criminosas podem ser encaminhadas de forma anônima pelos canais oficiais, incluindo telefones de plantão e plataformas digitais. O sigilo das informações é garantido, e os dados recebidos são analisados pelas equipes de investigação antes de qualquer operação em campo.

Com a prisão dos dois condenados, o SIG de Paranaíba encerra o procedimento de execução referente a esses processos, mantendo-os agora sob responsabilidade da administração penitenciária. As investigações continuam em andamento para localizar outros réus com mandados pendentes, seguindo o mesmo protocolo de ação integrada e cooperação entre os Estados.

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