Na manhã desta sexta-feira, 5, a Polícia Militar de Paranaíba executou um mandado de prisão que permanecia em aberto contra um homem encontrado nas imediações da Vila Alto Santana, área urbana do município situado no leste de Mato Grosso do Sul. A atuação da guarnição ocorreu após confirmação eletrônica da ordem judicial por meio do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ferramenta utilizada para verificar pendências processuais em tempo real.
De acordo com informações fornecidas pela corporação, a consulta ao banco de dados indicou a existência de um mandado expedido pelo Poder Judiciário. Com o documento validado, a equipe deslocou-se até uma indústria onde havia indícios de que o procurado pudesse estar trabalhando. A fábrica, instalada nas proximidades do bairro, foi inspecionada pelos policiais, que receberam apoio dos funcionários para localizar o suspeito dentro das dependências.
Os trabalhadores, após serem informados sobre a finalidade da presença policial, indicaram com precisão o ponto em que o homem se encontrava. A cooperação permitiu que a abordagem fosse realizada de forma rápida, sem gerar tumulto ou interromper significativamente o funcionamento da empresa. No momento da abordagem, o indivíduo foi informado sobre o teor do mandado e sobre os direitos previstos na legislação, procedimento que inclui comunicação clara a respeito da motivação da prisão e do encaminhamento posterior.
Segundo a Polícia Militar, o detido não apresentou resistência e acompanhou a equipe de maneira colaborativa. O transporte até a delegacia foi feito no compartimento de segurança da viatura, recurso empregado para garantir integridade física tanto do custodiado quanto dos policiais. Não houve necessidade de uso de algemas, uma vez que, conforme relato oficial, o homem manteve comportamento tranquilo durante todo o trajeto.
Atendendo a solicitação do próprio detido, os policiais notificaram a administração da empresa sobre o ocorrido, permitindo que eventuais providências internas fossem adotadas. Ainda a pedido do preso, a guarnição orientou para que familiares fossem comunicados acerca da custódia, assegurando o direito de ciência imediata previsto em normas constitucionais e em tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil.
Após a conclusão das etapas de campo, o homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Paranaíba para os procedimentos legais. No local, a autoridade de plantão recebeu o preso, analisou a documentação referente ao mandado e deu início às formalidades de recolhimento. A Polícia Militar informou que o indivíduo chegou à unidade sem qualquer lesão corporal ou queixa de mau atendimento, fator registrado no boletim de ocorrência que acompanha o caso.
O comando do 13º Batalhão da Polícia Militar ressalta que a corporação permanece empenhada no cumprimento de ordens judiciais e na preservação da ordem pública. De acordo com a instituição, operações de verificação de mandados em aberto são realizadas de maneira rotineira, integrando a estratégia de reduzir índices de criminalidade e garantir que decisões emanadas do Judiciário sejam efetivamente executadas.
Em notas divulgadas à imprensa local, a Polícia Militar destacou que o trabalho contou com a participação de militares capacitados para atuações sem uso excessivo de força e dentro dos protocolos estabelecidos pela legislação vigente. A corporação enfatizou ainda a importância do apoio comunitário, evidenciado pela colaboração dos funcionários da indústria, e apontou que a credibilidade das instituições de segurança pública depende, em grande medida, da confiança mútua entre polícia e sociedade.
O cumprimento do mandado nesta sexta-feira integra um conjunto de ações desencadeadas ao longo do ano em Paranaíba. A estratégia prevê checagem periódica ao banco nacional de mandados, patrulhamento ostensivo em bairros com maior circulação de pessoas e encaminhamento imediato de informações relevantes ao Poder Judiciário. Segundo a PM, essas medidas visam assegurar maior celeridade ao sistema penal e reduzir a sensação de impunidade.
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o processo que originou a ordem de prisão nem o tempo de pena a ser cumprido pelo detido. Essas informações permanecem sob responsabilidade da Justiça e somente podem ser divulgadas conforme autorização judicial. A Polícia Militar reforçou que novos desdobramentos serão comunicados às autoridades competentes e que qualquer dado adicional seguirá as disposições legais sobre sigilo processual.









