A Semana de Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas começou nesta segunda-feira (24) e vai até sexta-feira (28). Em Mato Grosso do Sul, a iniciativa conta com 15 pontos oficiais de atendimento distribuídos entre a capital e 14 municípios do interior.
O objetivo é cadastrar amostras genéticas para cruzar dados com bancos periciais de todo o país, acelerando a localização e identificação de pessoas encontradas vivas ou mortas.
O procedimento é gratuito, rápido e indolor: não há necessidade de retirada de sangue, sendo feita apenas a raspagem na parte interna da bochecha com uma haste de algodão esterilizada (cotonete).
Campo Grande: Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Avenida Filinto Muller, 1530 – Vila Ipiranga); Amambai: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Colombo, 807); Aquidauana: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Luís da Costa Gomes, 593 – Vila Cidade Nova); Bataguassu: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Padre Anchieta, 850 – Jardim São Francisco); Corumbá: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Major Gama, 290); Costa Rica: Unidade Regional de Perícias e Identificação (Rua Domingos Augusto Coelho, 511 – Centro); Coxim: Unidade Regional de Perícias e Identificação (Rua General Mendes de Moraes, 240 – Jardim Aeroporto); Dourados: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Cel. Ponciano, 835 – Terra Roxa); Fátima do Sul: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Antônio Barbosa, 1980 – Centro); Jardim: Núcleo Regional de Medicina Legal (Avenida Fernando Aranha, 1055 – Vila Major Costa); Naviraí: Unidade Regional de Perícias e Identificação (Avenida Campo Grande, 188, 1º piso – Centro); Nova Andradina: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Avenida José Heitor de Almeida Camargo, 1044 – Centro); Paranaíba: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Autogamis Rodrigues da Silva, 1531 – Centro); Ponta Porã: Núcleo Regional de Medicina Legal (Rua Jorge Roberto Salomão, 1534 – Jardim Ipanema); Três Lagoas: Núcleo Regional de Medicina Legal (Rua Mario Cesar Mancini, 351 – Jardim Morumbi).
Para garantir maior precisão nas análises genéticas, os peritos recomendam a doação por parentes biológicos de primeiro grau: pais biológicos, filhos biológicos acompanhados do outro genitor, irmãos biológicos e outros parentes de vínculo consanguíneo, caso a linha direta não esteja disponível.
Crianças e adolescentes também podem fornecer material genético, desde que acompanhados pelo responsável legal. Familiares que já doaram DNA em mobilizações anteriores não precisam repetir o teste.
O voluntário deve apresentar um documento oficial com foto e os dados do Boletim de Ocorrência (BO) do caso. A cópia impressa do registro policial é recomendada, mas não obrigatória.
A coleta pode ser realizada em qualquer unidade pericial, independentemente da data do desaparecimento ou do estado onde o fato aconteceu. Caso haja compatibilidade no banco de dados, o laudo pericial oficial é enviado à delegacia de origem para que a polícia contate e oriente a família.







