O boletim interinstitucional, elaborado por sete órgãos federais, confirma que Mato Grosso do Sul entra no trimestre de setembro a novembro de 2026 com dois extremos meteorológicos que afetam diretamente o agronegócio.
Riscos climáticos
Na região sul, a previsão de chuvas acima da média climatológica exige cautela no uso de maquinário, pois o excesso pode atrasar colheitas de grãos ainda no campo.
Seca no Norte
No norte, noroeste e Pantanal, a seca hidrológica extrema na bacia do Rio Paraguai coloca a região em situação de emergência funcional, aumentando a perda de umidade do solo e a deficiência hídrica nas pastagens.
Calor extremo
O fenômeno El Niño pode elevar a frequência de ondas de calor de duas a três para três a cinco episódios, intensificando o risco de queimadas e prejudicando a semeadura da soja.
Monitoramento
Em resposta, a ANA agendou a 12ª Reunião de Avaliação das Condições Hidrometeorológicas da Bacia do Alto Paraguai para 22 de setembro, visando acompanhar a evolução dos mananciais que abastecem o agronegócio e as comunidades pantaneiras.







