Em 2025, Campo Grande atingiu R$ 1,026 bilhão em valor de produção agrícola, segundo a Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. O resultado reflete o crescimento da área cultivada e a diversificação das atividades agrícolas no município.
A área plantada com lavouras temporárias atingiu 180.731 hectares, um aumento de 5,2% em relação a 2024 e 9,4% frente a 2022. O crescimento ocorre em meio às políticas públicas municipais de incentivo ao desenvolvimento econômico e apoio aos produtores rurais.
Entre as principais culturas, soja e milho somaram mais de R$ 920 milhões em valor de produção. A soja manteve sua posição dominante, enquanto o milho de segunda safra registrou rendimento de 5.723 kg/ha, superando 4.240 kg/ha de 2024.
Produção agrícola
Campo Grande lidera o estado na produção de abacaxi, com R$ 6,5 milhões, e também ocupa a primeira posição na produção de uva, alcançando R$ 1,08 milhão. A cidade aparece no topo estadual na produção e no valor comercializado de manga.
Fruticultura e outras culturas
O algodão herbáceo posicionou Campo Grande na terceira posição entre os municípios de Mato Grosso do Sul, gerando R$ 25,2 milhões em valor de produção. A cultura do amendoim entrou na produção municipal, ocupando 750 hectares e gerando R$ 12,39 milhões.
A cana‑de‑açúcar também registrou crescimento, com 254,7 mil toneladas em 2025, quase três vezes o volume de 88,7 mil toneladas colhidas em 2022. Esse aumento reflete a expansão das áreas dedicadas e a adoção de técnicas mais eficientes.
Além da expansão da área cultivada, os dados apontam aumento de produtividade em algumas culturas. No milho de segunda safra, por exemplo, o rendimento passou de 4.240 quilos por hectare em 2024 para 5.723 quilos por hectare em 2025.
A PAM, divulgada anualmente pelo IBGE, reúne informações sobre área plantada, área colhida, quantidade produzida, rendimento médio e valor da produção das principais culturas agrícolas dos municípios brasileiros. O levantamento de 2025 reforça o papel de Campo Grande como polo agrícola regional.
O crescimento da produção agrícola gera impactos positivos na economia local, ampliando a renda dos produtores e criando oportunidades de emprego na cadeia de valor. As políticas de incentivo municipal, como crédito facilitado e assistência técnica, foram citadas como fatores-chave para o avanço.







