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Ex-companheiro é acusado de violar medida protetiva e tentar estupro em Paranaíba

As acusações apresentadas pela mulher foram registradas no boletim de ocorrência e deverão ser analisadas pela autoridade policial responsável pelo caso - Imagem/arquivo

Um homem de 41 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil em Paranaíba após ser acusado pela ex-companheira, de 26 anos, de descumprir uma medida protetiva de urgência e tentar manter relação sexual sem o consentimento dela.

A ocorrência foi registrada na noite de sábado (22) em uma residência na região central da cidade. Segundo o boletim policial, a vítima ligou para a Polícia Militar pelo telefone 190 e relatou que o ex-marido havia chegado à sua casa por volta das 19h30, fazendo ameaças e convidando-a para sair.

Os dois foram até um bar, onde encontraram uma mulher que, segundo a vítima, estava se relacionando com o homem. No estabelecimento teria havido discussão e a mulher teria agredido os dois, segundo a denúncia.

O homem teria deixado o local e retornado de motocicleta. A vítima foi levada de volta para casa por amigos do ex-companheiro, segundo relato.

Na residência, o homem teria insistido em manter relação sexual com a ex-companheira. Ela afirmou que não consentia e que ele teria oferecido pagar o aluguel e despesas da motocicleta para tentar convencê-la.

A vítima contou que os dois chegaram a ficar sem roupas, mas que conseguiu impedir a consumação da relação sexual, tentando retardar a situação enquanto aguardava a chegada da Polícia Militar.

Durante o atendimento, a vítima informou possuir uma medida protetiva de urgência contra o ex-companheiro. A ocorrência foi registrada como possível descumprimento de medida protetiva de urgência e estupro na forma tentada.

O homem foi detido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, sendo necessário o uso de algemas. A Polícia Militar informou que não foram constatadas lesões corporais aparentes nas partes envolvidas.

As acusações foram registradas no boletim de ocorrência e deverão ser analisadas pela autoridade policial responsável pelo caso.

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