Mato Grosso do Sul ultrapassou a marca de 10 mil infecções confirmadas de chikungunya, somando 12.663 notificações prováveis e 10.041 confirmados, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde.
O vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, já causou 30 mortes atestadas e mantém um óbito sob investigação.
O relatório da 32ª semana epidemiológica destaca 114 gestantes diagnosticadas com chikungunya no ano.
Dourados concentra a maior fatia das mortes e diagnósticos, com 18 óbitos confirmados e 5.166 casos positivos, sendo o epicentro do estado.
As demais mortes ocorreram em nove cidades do interior: Bonito, Jardim e Ponta Porã (2 cada); Corumbá, Douradina, Fátima do Sul, Guia Lopes da Laguna, Itaporã e Nioaque (1 cada).
Em termos de volume de infecções, além de Dourados, Fátima do Sul lidera com 639 casos, seguido por Corumbá (566), Jardim (398) e Batayporã (378).
Paralelamente, a dengue registrou 4.667 casos prováveis e 1.978 confirmados, com uma morte confirmada em Bonito e dois óbitos em investigação.
Nas duas últimas semanas, municípios como Inocência, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia, Amambai, Coxim, Três Lagoas e Dourados apresentaram baixa incidência de novos casos de dengue.
O estado recebeu 241.030 doses de vacina contra dengue e aplicou 223.322, das quais 201.349 foram destinadas a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, segundo o esquema de duas doses com intervalo de três meses.
Profissionais de saúde recomendam vistorias semanais em residências e quintais para eliminar água parada e orientam a procurar unidade de saúde em caso de febre alta, dores articulares ou manchas pelo corpo, evitando a automedicação.








