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PM apreende crack e alianças com nomes distintos em Paranaíba

Um homem de 23 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar na tarde de quinta-feira (17), em Paranaíba. A detenção ocorreu após a apreensão de uma porção de substância análoga ao crack. Outro homem, de 52 anos, que estava no local, foi conduzido à delegacia na condição de testemunha.

Segundo o registro policial, a equipe realizava patrulhamento quando avistou dois homens. Ao notar a aproximação da viatura, o suspeito identificado como João Vitor arremessou um invólucro ao chão. Os policiais localizaram no ponto indicado uma porção de crack, com peso preliminar de aproximadamente quatro gramas.

Elementos apreendidos

Durante a revista pessoal, os militares encontraram com o jovem um aparelho celular e um comprovante de depósito bancário em espécie no valor de R$ 1 mil. Com o homem de 52 anos, foi apreendido apenas um celular. A presença de um comprovante de depósito em espécie pode indicar movimentação financeira relacionada ao tráfico, embora a investigação ainda esteja em andamento.

Os dois apresentaram versões divergentes sobre o motivo de estarem no local. O mais jovem alegou que negociava rodas de veículo. O outro homem afirmou não saber explicar a razão de sua presença. O jovem negou ser o proprietário da droga e questionou a atuação dos policiais durante a abordagem.

Alianças e câmeras

Os policiais verificaram que o jovem portava quatro alianças com gravações de nomes diferentes. Ele informou que adquiriu as peças de terceiros, mas não soube precisar a origem. A equipe da PM relatou que o imóvel possui câmeras de monitoramento. As imagens podem auxiliar na apuração da dinâmica da ocorrência e esclarecer os fatos.

Diante dos elementos recolhidos, o homem de 23 anos recebeu voz de prisão. A ocorrência foi registrada inicialmente como tráfico de drogas, com enquadramentos adicionais mencionados no boletim. A análise final caberá à autoridade policial. Os materiais apreendidos foram encaminhados junto com os envolvidos.

Os dois homens foram apresentados à Delegacia de Polícia Civil sem lesões corporais aparentes. Uma advogada inscrita na OAB/MS acompanhou os atos processuais. A autoridade policial deverá analisar as circunstâncias e definir os procedimentos cabíveis para o caso.