Na segunda‑feira (26), a Câmara Municipal de Dourados, Mato Grosso do Sul, aprovou em primeira votação o orçamento para o exercício financeiro de 2027, estimado em R$ 2,25 bilhões. A aprovação define o volume de recursos que o município terá para atender demandas de saúde, educação, infraestrutura e outros serviços essenciais.
A proposta, enviada pelo Poder Executivo por meio do Projeto de Lei 114/2026, foi analisada na 38ª Sessão Ordinária, realizada de forma antecipada. A votação antecipada buscou dar maior agilidade ao processo legislativo. Ainda faltam a segunda e a terceira votações, que deverão ocorrer antes do término da atual legislatura.
O texto orçamentário estima a receita que o município pretende arrecadar e fixa a despesa, detalhando a distribuição dos recursos entre as diferentes áreas de governo. Essa definição orienta a alocação de verbas para programas e obras.
Saúde e Educação
Saúde recebeu a maior fatia do orçamento, seguida de perto pela Educação. Juntas, as duas áreas somam parte expressiva da peça orçamentária, refletindo a prioridade dada a serviços básicos para a população.
Obras Públicas e Serviços Urbanos também aparecem entre as pastas com maior volume previsto, indicando investimentos em infraestrutura e manutenção urbana. A proposta busca refletir as diretrizes da política administrativa do município e do Plano de Governo, permitindo atender necessidades básicas reivindicadas por setores representativos da comunidade.
Emendas e prazos
Com a aprovação em primeira votação, os vereadores têm prazo de 15 dias para apresentar emendas ao projeto antes das próximas votações. As emendas podem modificar valores ou incluir novas linhas de gasto, mas a proposta final deve ser aprovada até o fim da legislatura.
Até o momento, a Casa de Leis não informou as datas previstas para a segunda e a terceira votações. Enquanto isso, o orçamento segue em tramitação, com possibilidade de alterações, conforme informações da assessoria da CMD. A aprovação definitiva garantirá recursos para a manutenção dos serviços essenciais e para a execução de obras previstas no plano municipal.








