Uma franquia de construção a seco, com cerca de 40 unidades espalhadas pelo Brasil, completou um ano de atuação em Três Lagoas e apresentou, em evento na quarta‑feira, resultados e planos de expansão para a região e o Estado.
A empresa substitui a alvenaria tradicional por estruturas de aço galvanizado e componentes de alta precisão, alegando acelerar obras, reduzir desperdícios e controlar custos e prazos, sobretudo em projetos residenciais, comerciais e corporativos de médio e alto padrão.
O fundador, Diego Vaz, afirmou que a ideia surgiu de uma necessidade vivida como dono de construtora, onde a experiência com obras em alvenaria trouxe dificuldades de mão‑de‑obra e motivou a busca por um método industrializado. Ele iniciou com prédios corporativos e, em 2018, migrou para residências de médio e alto padrão.
“Quando vem para o Brasil, vem aquele sistema construtivo arcaico, construindo com barro como fazia na época do Egito”, disse Vaz ao comparar o modelo tradicional com a proposta da empresa.
A diretora da unidade em Três Lagoas destacou que o primeiro ano foi marcado pela chegada de uma proposta “disruptiva”, explicando que a empresa trabalha com um modelo de linha de montagem semelhante ao de uma indústria de veículos, reduzindo a necessidade de profissionais em algumas etapas, mas exigindo maior qualificação técnica. A unidade atua em Três Lagoas e na região da Costa Leste, focando em entregas dentro do prazo e do orçamento.
Para Rosário Congro Neto, que acompanha a trajetória da empresa, o modelo representa uma proposta inovadora para Três Lagoas, permitindo construir em menos tempo, com custo menor e acabamento definido pelo cliente. Ele relacionou a chegada da tecnologia ao momento econômico da cidade, destacando o crescimento da construção civil e a escassez de mão‑de‑obra, que favorecem processos semi‑industrializados.
O evento de aniversário reuniu clientes, parceiros, engenheiros, arquitetos e autoridades, além de marcar a apresentação de novos projetos e dos planos de expansão da empresa.







