Em Paranaíba, uma mulher de 23 anos denunciou agressão por parte de seu irmão na noite de terça-feira (6) às 18h26, em residência central da cidade. A vítima relatou ser atingida com pedaço de madeira, sofrendo inchaço na mão e golpes na cabeça e costas. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar, que iniciou atendimento imediato.
Violência doméstica
Segundo boletim, a mulher afirmou que o irmão usou o objeto de madeira para golpeá‑la, além de atingir suas costas e região da cabeça. Ela também relatou que uma criança presente no imóvel recebeu tapa no rosto durante a situação. Quando a vítima tentou chamar a polícia, o irmão confiscou seu celular, arremessou o aparelho contra o chão, causando danos, e deixou a residência.
Uma amiga de 18 anos, que presenciou a agressão, ligou para o 190 e acionou a Polícia Militar. Enquanto a equipe atendia a denúncia de violência doméstica, a Força Tática foi acionada pelo próprio homem para verificar suposta situação envolvendo disparos de arma de fogo. Ele foi localizado nas proximidades de um posto de combustíveis e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.
No boletim, o homem afirmou que estava na casa da irmã, onde teria ingerido bebida alcoólica e feito uso de entorpecentes. Ele alegou ter pegado uma faca para se proteger após a irmã dizer que alguém iria “acertar as contas” com ele. Posteriormente, entregou a faca à irmã e deixou o imóvel, negando ter agredido a mulher ou qualquer outro familiar.
Durante o atendimento, a Polícia Militar apreendeu um bastão de madeira de aproximadamente um metro, apontado no registro policial como instrumento relacionado ao caso. As partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil, onde o incidente foi registrado como violência doméstica física e ameaça no contexto de violência doméstica. As circunstâncias da ocorrência e as versões apresentadas pelos envolvidos deverão ser apuradas pela Polícia Civil.
A investigação permanece em andamento, com a Polícia Civil responsável por apurar as circunstâncias e verificar a veracidade das versões apresentadas. A vítima continua acompanhada pela polícia, e o irmão está sob custódia policial. A comunidade aguarda decisões sobre possíveis medidas protetivas e responsabilização legal. Além disso, a polícia está avaliando a necessidade de medidas protetivas imediatas.








