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Câmara de Dourados prorroga por 30 dias a sindicância sobre desaparecimento de equipamentos

Câmara de Dourados receberá sessão extraordinária para eleição da Mesa Diretora (Foto: Arquivo Massa/Leonardo Júnior)

A Câmara Municipal de Dourados prorrogou, por mais 30 dias, o prazo para conclusão da sindicância que investiga o desaparecimento de bens móveis públicos e particulares nas dependências do Legislativo. A decisão foi formalizada na Portaria da Presidência nº 049/2026, assinada em 29 de setembro de 2026 e publicada no Diário Oficial em 30 de setembro.

O processo que conduz a apuração tramita sob o número 006/2026/PRES/CMD. Conforme o texto da portaria, a prorrogação passa a vigorar a partir do primeiro dia subsequente ao término do prazo originalmente estabelecido, garantindo continuidade ao trabalho investigativo.

A comissão sindicante foi constituída por meio da Portaria da Presidência nº 038/2026, publicada no Diário Oficial de Dourados nº 6.705, em 4 de setembro de 2026. Seu objetivo é identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias que levaram ao desaparecimento dos bens citados no processo.

A prorrogação foi assinada pela presidente da Câmara, a vereadora Liandra Brambilla. O ato entrou em vigor na data de sua publicação, mantendo a comissão formalmente autorizada a prosseguir com os trabalhos pelo novo período.

Desaparecimento dos equipamentos

Conforme noticiado pelo portal RCN 67, em agosto de 2026 duas máquinas fotográficas, um flash, baterias, carregador, pilhas recarregáveis e cartões de memória desapareceram das dependências da Câmara, que funciona no Shopping Avenida Center. O fato foi percebido no dia 20 de agosto e imediatamente comunicado à polícia, que iniciou a investigação.

Na ocasião, o diretor de Comunicação da Câmara, Henrique de Matos, informou que o caso ainda não havia sido classificado internamente como furto, cabendo à investigação policial determinar a natureza da ocorrência.

Após a constatação, a Câmara registrou boletim de ocorrência e a polícia realizou procedimentos de perícia, incluindo levantamento de imagens do prédio. A Casa de Leis não dispõe de câmeras no circuito interno, o que limita as fontes de prova. Com a ampliação do prazo, a Câmara ganha mais tempo para concluir a sindicância e registrar formalmente os resultados do processo administrativo.