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Procon revela variação de mais de R$ 1 em combustíveis em Três Lagoas

Em 25 de setembro, o Procon Municipal de Três Lagoas realizou uma pesquisa em 27 postos de combustíveis espalhados pela cidade, analisando gasolina comum, gasolina aditivada, etanol, diesel comum, diesel S 10 e ARLA 32. O levantamento, parte das ações de proteção ao consumidor, também registrou as formas de pagamento oferecidas pelos estabelecimentos, como dinheiro, cartão de débito e crédito, e avaliou a consistência dos preços anunciados.

Na gasolina comum, o menor preço encontrado foi de R$ 6,29, enquanto o maior chegou a R$ 7,19, gerando uma diferença de R$ 0,90 por litro. Para um motorista que abastece 50 litros por mês, essa variação pode representar quase R$ 45 de diferença mensal. Motoristas costumam comparar preços, mas a qualidade do combustível também influencia a escolha, já que combustíveis de baixa qualidade podem causar danos ao motor.

Para a gasolina aditivada, os valores variaram entre R$ 6,34 e R$ 7,62. O etanol apresentou preços de R$ 3,69 a R$ 4,44. O diesel comum ficou entre R$ 6,39 e R$ 7,30, o diesel S 10 variou de R$ 6,97 a R$ 8,14 e o ARLA 32 de R$ 3,50 a R$ 4,72, representando a maior diferença de R$ 1,22 por litro. O ARLA 32, que contém 32 % de etanol, costuma ser usado por veículos que exigem combustíveis com maior teor de álcool.

Preços variam

Um motorista de táxi comentou: “A gente procura o posto que fornece melhor preço e combustível bom, porque não adianta pagar muito mais barato e depois dar problema no carro. Aí o prejuízo é dobrado.” Ele costuma abastecer cerca de 200 litros por mês e compara preços entre três ou quatro postos de confiança antes de abastecer, mas também leva em conta a qualidade do combustível.

A pesquisa reforça que variações de poucos centavos por litro podem impactar significativamente o bolso de quem abastece diariamente ou enche o tanque com regularidade. Motoristas que dependem de combustível para trabalho ou deslocamento diário devem ficar atentos às diferenças de preço apontadas pelo Procon, pois pequenas variações podem somar grandes valores ao longo do tempo e influenciar o custo operacional das frotas locais.