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MS registra 9.961 casos confirmados de chikungunya em 2026

Dourados concentra maior número de registros - Reprodução/Internet

Mato Grosso do Sul contabilizou 9.961 casos confirmados de chikungunya em 2026, segundo o boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgado nesta sexta-feira (14). O número corresponde a quase 80% dos 12.520 casos prováveis registrados no Estado, com 30 mortes confirmadas e 114 gestantes infectadas, dados atualizados até 11 de agosto.

O Estado apresenta alta incidência da doença, com 454 casos prováveis por 100 mil habitantes, índice que ultrapassa o limite de 300 casos por 100 mil estabelecido pela SES para a classificação de alta incidência.

Dourados concentra a maior parte dos registros, com 5.211 casos prováveis (cerca de 42% do total estadual). Corumbá segue com 1.683 casos, Fátima do Sul com 647, Jardim com 494 e Aquidauana com 412.

Campo Grande registra apenas 65 casos prováveis, sendo classificado como baixa incidência segundo o boletim.

Entre as gestantes infectadas, 70 casos foram registrados em Dourados (aproximadamente 61% do total), oito em Corumbá, cinco em Fátima do Sul e quatro em Douradina.

As 30 mortes confirmadas ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã, Nioaque e Corumbá.

Em relação à dengue, o Estado soma 4.551 casos prováveis e 1.933 confirmações neste ano, com uma morte confirmada e outra sob investigação.

Nos últimos 14 dias analisados (26 de julho a 8 de agosto), Sidrolândia registrou 60 casos prováveis e Selvíria 11, ambos classificados com incidência média. No mesmo período, foram confirmados dois casos em Inocência, um em Santa Rita do Pardo, seis em Sidrolândia, quatro em Amambai, dois em Jardim e dois em Itaporã.

Mato Grosso do Sul recebeu 241 mil doses da vacina contra a dengue e aplicou cerca de 223 mil (aproximadamente 93% das doses recebidas). Mais de 201 mil doses foram administradas à população-alvo, que inclui crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa com maior número de hospitalizações por dengue entre 6 e 16 anos.

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